Anotar o que você come, alimentar-se em casa e não pular refeições são atitudes preconizadas para perder peso. Mas estudo americano delimita exatamente quanto cada uma delas contribui para o emagrecimento. E não é pouco
SE NÃO COMER MUITO FORA
No trabalho feito no Centro de Pesquisas em Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos, voluntárias que iam ao restaurante menos de uma vez por semana perderam peso. Mas não está proibido sair para se alimentar. Nessas ocasiões, tente antecipar o que vai escolher no cardápio para calcular as calorias e não exagere nas porções.
SE FIZER UM DIÁRIO
Por seis meses, mulheres do mesmo levantamento receberam instruções para escrever de forma completa, precisa e honesta o que ingeriam. "Isso fez com que elas prestassem atenção ao que colocavam na boca e evidenciou correções na dieta que as ajudaram a emagrecer", diz a nutricionista e autora Angela Kong.
SE NÃO PULAR REFEIÇÕES
Essa foi a estratégia que mais trouxe resultados, segundo o artigo científico. Afinal de contas, passar o horário do almoço com o estômago vazio, por exemplo, geralmente culmina em lanche da tarde bastante engordativo. O ideal é se alimentar de maneira moderada de cinco à seis vezes ao longo do dia.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Bons hábitos alimentares ajudam a prevenir até mesmo doenças crônicas
Ter uma boa alimentação é sinônimo de vida saudável. Por meio da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, o governo incentiva a população a ter bons hábitos e conscientiza sobre os riscos de doenças causadas pela ingestão prolongada de alguns tipos de produtos.
Muitos componentes da alimentação dos brasileiros são associados ao desenvolvimento de doenças, como o câncer, problemas cardíacos, obesidade e outras enfermidades crônicas, como o diabetes. Por isso, alimentos ricos em gorduras, como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, linguiças, mortadelas, entre outros, devem ser ingeridos com moderação.
O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de doenças. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, por exemplo, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, ensopados, guisados, cozidos ou assados.
Muitos componentes da alimentação dos brasileiros são associados ao desenvolvimento de doenças, como o câncer, problemas cardíacos, obesidade e outras enfermidades crônicas, como o diabetes. Por isso, alimentos ricos em gorduras, como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, linguiças, mortadelas, entre outros, devem ser ingeridos com moderação.
O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de doenças. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, por exemplo, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, ensopados, guisados, cozidos ou assados.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Comece o dia com fibras!
Você sabia que panquecas, torradas, pão branco, muffin e
carboidratos são os inimigos do café da manhã? A ingestão desses alimentos em
excesso logo pela manhã pode causar picos de açúcar no sangue e falta de
energia no fim do dia.
Por isso, prefira começar o seu dia com a fibra solúvel,
encontrada em aveia e em nozes. A fibra se dissolve no trato intestinal e cria
um filtro que retarda a absorção de gorduras.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Jovens estão com colesterol elevado
Um em cada cinco jovens brasileiros, de dois a 19 anos de
idade, está com nível total de colesterol alto. O dado alarmante é o resultado
de um novo levantamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), divulgado
na semana passada. Dos jovens que apresentam altos níveis de colesterol, 8%
estão com o LDL (o colesterol "ruim") acima do considerado normal,
informou a Revista Veja.
Segundo o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da
SBC, Carlos Alberto Machado, os motivos dos dados alarmantes são as mudanças
registradas nos hábitos alimentares dos brasileiros. “Pesquisas mostram que o
brasileiro tem mudado seus hábitos alimentares: tem trocado o arroz, o feijão e
a verdura pelos alimentos industrializados e carnes gordurosas. Além disso, as
crianças passam até seis horas por dia em frente à televisão, sem se mexer”,
explica Machado.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Massa fina, borda menor e uma pizza menos calórica
A pizza já faz parte do cardápio do brasileiro, mas o que
poucos sabem é da possibilidade de comer a delícia de um jeito mais saudável e
menos calórico. De acordo com especialistas, a dica é prestar atenção no
recheio: evitar os queijos gordurosos e preferir os que vêm com verduras e
legumes.
A borda também deve ser dispensada por quem busca uma
opção saudável e gostosa, pois pode representar o equivalente a comer mais um
pedaço de pizza. Por fim, uma surpresa: não há uma grande diferença de calorias
entre a massa tradicional e a integral. O detalhe, neste caso, é que a integral
tem mais fibras e, por isso, é mais saudável. Mas, calma. A ideia não é deixar
de comer as pizzas favoritas, com mais queijo e mais recheio, mas a dica é
apenas evitar exageros.
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